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Treinar é desenvolver...

  • 25 de abr. de 2016
  • 1 min de leitura

Treinar não pode ser considerado uma ação meramente pontual para atender a uma falha, um gap identificado entre o ideal e o real. Isso seria, além de temeroso, irresponsável. Treinar é um processo e, por sê-lo, deve envolver ações de controle e mensuração a fim de se identificar, constantemente, a efetividade da ação pontual.

Quantas empresas eu vejo que têm dificuldades em valorizar, por exemplo, suas ações de treinamento em 5S por não conseguirem enxergar, no momento da análise, o seu impacto no cotidiano da empresa. Porém, elas não conseguem identificar que o pontual já ocorreu há muito tempo. Que muitas pessoas já entraram, outras saíram e outras, simplesmente, adquiriram novos pontos de vista que impactariam diretamente na qualidade de absorção e aplicação dos conhecimentos adquiridos no treinamento. Revisar, voltar a falar, relembrar, aprofundar e - por que não - rever conceitos é fundamental a fim de dar sentido a programas de treinamento.

Para aprendermos equação de 2o grau, temos que manter vivo o nosso conhecimento sobre adição e subtração. Por mais básico que aparente um conhecimento, sua relevância não pode ser julgada como proporcional.

E essa continuidade infinita reflete, diretamente, na construção do que a empresa sabe.

A partir do momento em que as empresas conseguirem visualizar o treinamento como a maior ferramenta motivacional de uma empresa, ela, por si só, conseguirá galgar caminhos muito mais brilhantes na trajetória da sua evolução!

 
 
 

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